Qualquer dia irei ver o lugar onde são feitas as cores,
O lugar da minha alegria.
Escadas que sobem, enormes escadarias de mármore,
E uma sala,
Grande e abobadada e inspiradora,
E haverá música, cem cordas sob o bastão do Carmen Dragon,
E lá estarão dançarinos, cem louras vestidas por Jean Louis,
Sussurrando entre as colunas em chiffon de tons pastel.
É este o lugar: enormes caldeirões a borbulhar de cor
Nos quais o inocente algodão é transformado em tons garridos,
Em escarlate e fúcsia, em púrpura e dourado,
Em verdes que ferem os olhos e azuis
que a levarão até onde pensa que o mundo nunca acaba.
Oh, é este o lugar, onde todos os seus sonhos se concretizam,
Onde nada é como era e tudo desenvolve o potencial
daquilo que poderá ser.
Aqui está o material da mudança, o verdadeiro,
que pode levar para casa e segurá-lo nas mãos.
A tinta não serve, nenhuma tinta alguma vez se vai aproximar,
E poderá bordar um coração em vermelho rubi ao seu amado, e dizer,
“Esta é a cor- e a textura – do amor que sinto por ti.”
Sim. Este é o lugar onde as cores são feitas.
Este é o lugar da alegria.